Projeto do Polo de Fertilizantes de Sergipe e Estudo sobre receitas de royalties e participações especiais provenientes do petróleo e gás estavam em pauta

A manhã desta segunda-feira (23), foi marcada por um encontro de diversas personalidades do segmento da cadeia produtiva de óleo, gás e fertilizantes, no evento Sergipe GasFertil, realizado no hotel Sesc Atalaia. A solenidade foi promovida pela Federação do Comércio, através do Instituto Fecomércio de Pesquisa e Desenvolvimento, e pelo Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (Sedetec).

Na oportunidade, foram apresentados o projeto do Polo de Fertilizantes de Sergipe (PoloFerti), pela Mastersenso Consultoria, e também estudos desenvolvidos pela Machado & Meyer Advogados a respeito das receitas decorrentes da exploração e produção de petróleo e gás natural no estado, com ênfase nos aspectos jurídicos e tributários. Os trabalhos apresentados foram contratados pelo Instituto Fecomércio, com apoio técnico e financeiro da Mosaic Fertilizantes, Celse, Ebrasil, NewFortress Energia e Unigel. 

O secretário da Sedetec, José Augusto Carvalho, agradeceu a presença de todos no evento e destacou a importância do encontro para o desenvolvimento do setor para o estado, e agradeceu as cinco empresas parceiras que apoiaram a realização dos estudos. “Quero parabenizar a todos os envolvidos nestes projetos. Estamos preparando Sergipe para o futuro e é muito gratificante ver o empresariado e instituições vinculadas ao setor colaborando e promovendo este trabalho junto conosco”, afirmou.

O presidente do Sistema Fecomércio, deputado federal Laércio Oliveira, também deu as boas vindas aos presentes e reforçou que o mote principal de todo este trabalho é focar no desenvolvimento do Estado, gerar emprego, cuidar da saúde das pessoas, da assistência, e dar oportunidades para todos. “A contribuição da Federação do Comércio, preparando um documento e oferecendo ao estado de Sergipe, com estudos profundos e qualificados, para balizar as diretrizes que serão seguidas a partir daqui, é importante neste propósito. Afinal, o bem maior nós já temos, que é a riqueza do nosso solo e das nossas águas, e isso nos permite desenhar aquilo que nós pretendemos alcançar no futuro”, argumentou.

Iniciando as apresentações, o superintendente executivo da Sedetec, Marcelo Menezes, fez uma breve apresentação sobre os estudos que foram apresentados e ressaltou que o objetivo dos trabalhos é verificar e entender as necessidades da área, procurando contemplar, um contexto regulatório de medidas que possam aumentar a competitividade das indústrias no estado de Sergipe, e também criar um ambiente de negócios favorável para a atração de novos investimentos. “Este é um trabalho que segue, não pararemos por aqui, e com a parceria aqui consolidada, vamos ter uma maior relevância para a economia do estado”, ressaltou.

Estudos

O estudo do Polo de Fertilizantes, desenvolvido pela Consultoria  Mastersenso, delimitou parâmetros para o desenvolvimento do Polo de Fertilizantes de Sergipe, visando projetos industriais e comerciais do setor de fertilizantes, defensivos e aditivos afins. Os mecanismos estabelecidos no documento buscam viabilizar os trabalhos por meio de parcerias estratégicas e de integração do setor.

Durante a palestra sobre o Projeto do PoloFerti, foram apresentados estudos relacionados aos segmentos que mais trazem potencial para o desenvolvimento econômico. “A ideia do estudo é dar linhas às diretrizes para o futuro de expansão do que Sergipe já tem de bom. O estado já tem muita coisa boa, então é olhar todos os campos que podem ser expandidos com investimentos aqui na região”, disse um dos representantes da Mastersenso Consultoria, José Matias. 

“Quando você olha as cadeias industriais, é muito importante que ela esteja integrada por questões logísticas, mas também por questões de competitividade. Aqui em Sergipe, as jazidas minerais, combinado com a extração do gás agora, traz muito potencial. Mas para que haja agregação de valor, é preciso que essas interações aconteçam do ponto de vista industrial”, completou Auri César Marçom, também representante da Mastersenso Consultoria. 

Foi apresentado ainda o estudo sobre receitas decorrentes da produção de petróleo e gás natural, pelo consultor da Machado & Meyer Advogados, Diogo Teixeira.  O documento foi elaborado, exclusivamente, com base nas disposições legais e normativas, e nos precedentes jurisprudenciais vigentes e seu objetivo foi o mapeamento, sob a perspectiva jurídica, dos tributos incidentes e das participações governamentais (tais como royalties e participações especiais), relativas às principais atividades desenvolvidas pelo setor offshore de petróleo e gás natural em Sergipe, bem como no esclarecimento acerca dos critérios jurídicos relativos ao seu rateio entre a União, Estado e Municípios.

As atividades analisadas do ponto de vista jurídicos e tributários foram: Prestação de serviços em geral, relativos à exploração e produção de petróleo e gás offshore; Exploração e produção de petróleo e gás natural; Escoamento de gás natural; Transporte dutoviário de gás natural; Processamento de gás natural; Importação de GNL; Regaseificação de GNL; e Utilização de GNL para geração termelétrica. 

“Esses estudos contemplam as participações especiais, os royalties, e os tributos que podem decorrer e trazer riqueza ao Estado, em razão dessas atividades. A realização desse evento demonstra a importância da atividade do petróleo e gás aqui no estado que vai se desenvolver cada vez mais na bacia de Sergipe-Alagoas, e dá uma dimensão do quanto de riqueza que é gerado”, relatou Diogo.

O Deputado Laércio Oliveira no encerramento do evento destacou a importância de discutir já agora a destinação dos recursos dos royalties, sugerindo a criação de um Fundo Constitucional para assegurar a adequada aplicação de tais receitas, de forma a assegurar um ciclo duradouro de desenvolvimento de Sergipe.

Última atualização: 14 de junho de 2022, 17:03

Empresa está sendo negociada com a Eneva

Na última quinta-feira (31), a Eneva S.A. assinou o acordo de aquisição das Centrais Elétricas de Sergipe Participações S.A. (CELSEPAR), junto à empresa norte-americana New Fortress Energy (NFE) e Ebrasil Energia Ltda. (Ebrasil). Pelo acordo, a Eneva adquiriu os direitos de expansão da termelétrica e 100% da Centrais Elétricas Barra dos Coqueiros S.A. (Cebarra), pelo valor de R$ 6,1 bilhões.

A CELSEPAR tem como principal ativo operacional, a Usina Termelétrica do Porto de Sergipe I, e com a transação, a Eneva passará a deter os projetos de expansão referentes à UTE. Localizada no município da Barra dos Coqueiros, a usina a gás natural em ciclo combinado, possui uma capacidade instalada de 1.593MW, gerando uma receita fixa anual de R$ 1,9 bilhão.

A Secretaria do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e Tecnologia (Sedetec), avalia como positiva a negociação e acredita que poderá ser uma forma explorar as muitas oportunidades que o Complexo Termelétrico tem a oferecer. “A Eneva é uma grande empresa e a aquisição da Celse sem dúvida irá agregar muito. O Governo vê o processo com otimismo, afinal, poderão surgir novas plantas termelétricas no Complexo”, lembra o secretário da Sedetec, José Augusto Carvalho.

Infraestrutura para hub de gás

A UTE Porto de Sergipe é abastecida através da Unidade Flutuante de Armazenamento e Regaseificação (FSRU), e está integralmente contratada até dezembro de 2044. Com essa aquisição, a Eneva terá acesso a gás importado e uma infraestrutura para expandir a comercialização no segmento do gás, consolidando a companhia como um dos maiores fornecedores privados de energia para o país.

De acordo com nota ao mercado, a Eneva afirma que “a aquisição garante à Eneva acesso à gás importado e infraestrutura com capacidade disponível que permite a gestão de flexibilidade de suprimento com confiabilidade, contribuindo adicionalmente para a expansão do segmento de comercialização de gás. Adicionalmente, a Eneva passará a deter projetos de expansão adjacentes à Usina, que poderão somar 3,2 GW de capacidade instalada, quando desenvolvidos”.

Vale frisar que a assinatura do contrato para construção do gasoduto, que conectará o Terminal de GNL da Celse à malha de transporte da Transportadora Associada de Gás (TAG), está marcada para o próximo dia 13 de junho, em Aracaju. “A assinatura deste contrato confere ainda mais possibilidades para a Celse, a partir da exploração do Terminal de GNL aqui instalado, e consequentemente, para a Eneva”, finaliza José Augusto.

Última atualização: 14 de junho de 2022, 17:03

A Eneva S.A. realizou na manhã desta quinta-feira (02) uma apresentação ao mercado após o anúncio da aquisição das Centrais Elétricas de Sergipe Participações S.A. (CELSEPAR). Na vídeo conferência a empresa reforçou que irá avançar na implantação do seu primeiro HUB de gás, já integrado à malha de gasodutos do país. 

Pelo acordo negociado, a Companhia adquiriu 100% da participação acionária da Usina do Porto de Sergipe, com o pagamento de R$ 6,1 bilhões e assumirá dívidas no montante de R$ 4,1 bilhões, perfazendo um total de R$ 10,2 bilhões. Com isso, a Eneva terá acesso a gás importado e a infraestrutura para expandir a comercialização no segmento do gás, consolidando a companhia como um dos maiores fornecedores privados de energia para o país. 

Confira no link abaixo a apresentação disponibilizada pela empresa;

https://sedetec.se.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Apresentac?a?o-Aquisic?a?o-Celse.pdf

Última atualização: 14 de junho de 2022, 17:02

Gestores da Sedetec participaram da posse e seguem com agenda na capital carioca

Nesta segunda-feira (06), gestores da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e da Tecnologia (Sedetec), participaram da cerimônia de posse dos Diretores da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), realizada no Rio de Janeiro. Foram empossados os diretores da ANP Claudio Jorge Martins de Souza, Daniel Maia Vieira, Fernando Moura e a sergipana Symone Araújo.

Durante a abertura do evento, o ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, discursou, de forma remota, sobre a importância das agências reguladoras no Brasil. “É essencial que o agente regulador busque o diálogo e a interação com os agentes regulados, com o objetivo de identificar as necessidades da sociedade”, pontuou. 

O secretário da Sedetec, José Augusto Carvalho, e o superintendente executivo da pasta, Marcelo Menezes e a diretora da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Sergipe (Agrese), Regina Rosário, acompanharam a solenidade. Além deles, o deputado federal por Sergipe, Laércio Oliveira, também prestigiou a posse. “O trabalho da ANP é fundamental para o setor de Petróleo e Gás, e é muito importante mantermos uma relação de parceria entre ela e o Estado de Sergipe”, destacou José Augusto Carvalho.

“Temos mantido um laço estreito com a ANP que tem atendido as demandas do Estado. Não poderíamos deixar de prestigiar a posse da nova diretoria. A presença de uma sergipana entre os diretores reforça ainda mais nossa presença aqui”, informou, por sua vez,  Marcelo Menezes. 

Durante seu discurso, Symone Araújo reforçou que renova “os compromissos frente aos desafios em que passa o setor de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis com esse novo mandato que tenho a honra de iniciar”.  Em 2020, a sergipana também foi empossada como diretora da agência.

ANP

A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) é um centro de referência em informações e dados sobre a indústria do petróleo e gás. Dentre as suas principais atribuições está a promoção de estudos sobre o potencial petrolífero, além do desenvolvimento do setor de gás e petróleo no Brasil.

Agenda

Além da posse da ANP, os gestores da Sedetec  participaram de reunião na presidência da Petrobras para tratar de diversos assuntos de interesse do Estado, especialmente o andamento do projeto Sergipe Águas Profundas, transferência da operação do Polo Carmópolis para a Carmo Energy e também para reforçar o pleito de manutenção dos equipamentos do laboratório existente no Tecarmo, importante para a área de pesquisa, desenvolvimento e inovação em Sergipe (PD&I).

Última atualização: 14 de junho de 2022, 17:02

Estima-se que partir de 2026, sejam produzidos 20 milhões m³ /dia de gás canalizados do mar, por meio do campo Sergipe Águas Profundas

No intuito de criar condições para estímulo do novo ciclo de petróleo, gás e fertilizantes, de forma a desenvolver a economia sergipana, por meio da atração de investimentos e criação de oportunidades, o governador Belivaldo Chagas assinou nesta segunda-feira (13), Protocolo de Intenções com a empresa Petrobras, representada pelo diretor-executivo de Refino e Gás Natural, Rodrigo Costa Lima e Silva, e pelo  gerente-geral de Gás e Energia, Álvaro Ferreira Tupiassú.

O documento é uma sinalização conjunta da empresa e do Governo de Sergipe acerca do suprimento de Gás Natural disponível para as indústrias que vierem a se instalar território sergipano, com o uso do combustível proveniente do campo Sergipe Águas Profundas.

Para o governador Belivaldo Chagas, a ação consolida Sergipe ainda mais como a nova Estrela do Gás do Brasil. “Está no planejamento da Petrobras que a partir de 2026, sejam produzidos 20 milhões m³ /dia de gás canalizados do mar, num gasoduto com cerca de 100 km de extensão nas águas, com mais 25 km em terra, prospectando a quase 2 mil metros de profundidade. Sergipe sozinho seria responsável, desta forma, por 20% da produção do Brasil. Tudo isso dá mais garantia ao setor industrial de que teremos estrutura de energia para a chegada de mais investimentos, em especial para termoelétricas, como a Celse, e empresas de fertilizantes, como a Unigel, assim como de outros nichos de mercado. Temos trabalhado desde o início da gestão para a criação deste ambiente favorável na prospecção de novos negócios que gerem desenvolvimento para o estado, emprego e renda para o nosso povo, e esta assinatura significa um novo marco para Sergipe neste mercado”, pontuou.

Segundo o diretor-executivo de Refino e Gás Natural, Rodrigo Costa Lima e Silva, o objetivo do protocolo é externar o propósito de prospecção e estruturação de oportunidades de negócios como fornecimento de gás natural para consumidores existentes e para novos consumidores, incentivando o desenvolvimento industrial com o uso do gás natural proveniente do campo Sergipe Águas Profundas. “Temos a convicção que é um primeiro passo, mas um passo muito importante para a Petrobras, para o estado de Sergipe e para o Novo Mercado de Gás do Brasil, e esse passo tem que ser dado agora, em paralelo às atividades de desenvolvimento dessa nova fronteira, que é o nosso SEAP”, declarou.  

O  diretor-executivo de Refino e Gás Natural da Petrobras acrescentou ainda que a solenidade representa um marco muito importante para a Petrobras, quase 60 anos após a descoberta do campo de Carmópolis, em 1963. “Hoje estamos celebrando mais uma conquista que contou mais uma vez com o pioneirismo da Petrobras, pois na fase exploratória de Sergipe Águas Profundas, nosso SEAP, atingimos o recorde nacional de profundidade d’água na perfuração de um poço, com 2.990m. Portanto, é o novo gás que está chegando trazendo junto novas oportunidades de implantação de indústrias, crescimento do mercado local, aumento da geração de emprego e renda para o Estado e para o Brasil”. 

Sergipe Águas Profundas

A oferta de gás da Petrobras, através do projeto Sergipe Águas Profundas, em suas duas etapas, e as perspectivas de êxito da campanha exploratória em curso pela Exxonmobil, trazem enormes oportunidades de novos negócios ao estado, representando um importante fator de atração para empreendimentos com consumo intensivo de gás, a exemplo de termoelétricas, indústrias de fertilizantes, vidros, cerâmica e petroquímica.

Para o secretário-executivo do Fórum Estadual de Petróleo e Gás, Márcio Felix, a exploração do gás coloca Sergipe em posição de destaque no cenário energético. “É realmente a confirmação de que, a cada dia mais, Sergipe se torna um ponto muito importante no gás para o país. Então, Sergipe vai ter gás vindo do mar, uma produção significativa chegando a 18 milhões m³ por dia e 20 milhões de m³ que vêm por gás natural liquefeito, assim esses 38 milhões de m³ por dia, que vão chegar aqui, colocam o Sergipe numa posição muito competitiva para atrair novas indústrias. Então, é um desenvolvimento que vem para ficar e gerar oportunidades que começam a ser planejadas agora”, destacou.   

O projeto Sergipe Águas Profundas contará com dois navios plataformas FPSO (floating, production, storage and offloading – navios com capacidade para processar e armazenar o petróleo, e prover a transferência do petróleo ou gás natural) e um gasoduto de escoamento com 128 km de extensão, sendo 100 km no mar e 28 km em terra. O gasoduto terá capacidade de escoar 18 milhões de m³ de gás natural por dia e somente o primeiro FPSO produzirá 120 mil barris de petróleo por dia.

Mercado energético

O programa Novo Mercado de Gás e o Novo Marco Legal do setor estão contribuindo para a criação de um mercado aberto, dinâmico e competitivo, capaz de promover o processo de reindustrialização do país, fator importante para o desenvolvimento econômico e social do Brasil, sendo fundamental o aumento de oferta e de ofertantes de gás natural, através de diversas modalidades de contrato, de forma a viabilizar investimentos em novas unidades industriais. O uso mais eficiente das infraestruturas existentes e a promoção da concorrência no mercado de gás natural também são fatores determinantes neste cenário.

“O que a Petrobras faz nesse momento é sinalizar que haverá o gás e que está disposta a firmar contratos de maneira a garantir o suprimento do novo empreendimento que vem aqui se instalar, a preço competitivo. Então, para a Petrobras que vai ter um volume muito grande de gás em Sergipe, é importante já buscar esses consumidores, já buscar desenvolver o mercado local de maneira que na hora que o gás estiver disponível, já haja consumo aqui dentro do próprio estado, como também na região Nordeste como um todo”, disse o superintendente da Sedetec, Marcelo Menezes.  

Paralelo a isso, o Estado de Sergipe tem buscado criar mecanismos para a melhora do ambiente de negócios e também assegurar segurança jurídica para os investidores. Neste sentido, tem sido promovida a modernização regulatória, buscando o alinhamento com o manual de boas práticas e harmonização da legislação estadual com a federal, assim como a elaboração de diagnóstico de gargalos tributários. 

“É um momento muito especial, desde o início de uma trajetória longa que nós enfrentamos, mas com as melhores perspectivas possíveis. É o primeiro passo para que a gente concretize tudo que aconteceu e construímos a partir da Lei do Gás, então novos tempos virão, próspero e com crescimento para o nosso estado”, ressaltou o deputado federal Laércio Oliveira, relator da Nova Lei do Gás. 

Além disso, foram criadas condições de maior competitividade para o gás natural no estado, através de decretos reduzindo o ICMS do gás natural para uso industrial e também veicular. Nesse mesmo propósito, o estado vem defendendo a necessidade de criação de uma tarifa de transporte de curta distância para ser usada para o gás produzido e consumido no mesmo estado. Tudo isso se soma aos incentivos fiscais previstos no programa sergipano de desenvolvimento industrial (PSDI), no conjunto de atrativos e oportunidades que o estado oferece.

“É um protocolo com uma importância muito grande para o estado. Serão beneficiadas a Sergas, a Unigel, as indústrias vidreiras e ceramistas, a Termelétrica, assim como outras empresas que necessitam desse insumo. Portanto, é um enorme marco do progresso e contamos com o apoio da Petrobras”, destacou o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia de Sergipe (Sedetec), José Augusto Carvalho.

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a pedido do estado, também está desenvolvendo um trabalho de mapeamento de potenciais consumidores. É necessário estimular o crescimento do mercado consumidor de gás natural para que possa existir um equilíbrio entre a oferta e a demanda, tendo em vista que a produção nacional deverá crescer bastante nos próximos anos.

Para o diretor-presidente da Sergas, Valmor Barbosa, o momento traz a perspectiva de maior competitividade no segmento do Gás e do Petróleo. “É a redenção no segmento, com essa necessidade que o país tem de cada vez mais importar fertilizante, no futuro próximo, com esse gás na nossa porta, a preço módico, isso será o maior atrativo, já que nós temos um polo de fertilizante já estabelecido aqui. E como o gás é importantíssimo para o setor de fertilizante, garante condições de indústrias aportarem aqui, não só de fertilizantes, como térmicas, vidreiras, ceramistas, com essa energia, gerada a partir do gás, sendo indutora do desenvolvimento do estado”, disse.  

Estiveram presentes ainda no ato os deputados estaduais Zezinho Sobral e Luciano Pimentel; diretor-presidente da TAG, Gustavo Labanca; CEO da Celse, Glauco Campos; diretor da Enerva, Damian Popolo; diretor da Unigel, Eduardo Barreto; diretor da Carmo Energy, Daniel Noleto; superintendente do BNB-SE, César Santana; o reitor da UFS, Valter Joviniano ;superintendente do Sebrae-SE, Paulo do Eirado; o secretário Geral de Governo, José Carlos Felizola; diretor- presidente da Adema, Gilvan Dias; diretor-presidente da Agrese, Luiz Hamilton e o diretor-presidente da Codise José Matos (Codise), dentre outras autoridades.    

Última atualização: 14 de junho de 2022, 17:02

Na manhã desta segunda-feira, dia 13 de junho, a Assembleia  Legislativa de Sergipe (Alese) concedeu o Título de Cidadania Sergipana ao carioca, Márcio Félix Carvalho Bezerra. A solenidade, que ocorreu no gabinete da presidência, contou com a participação dos parlamentares da Casa e do Distrito Federal. O deputado estadual Zezinho Sobral (PDT) é o autor da propositura. 

O homenageado, com vasta experiência na área de Petróleo e Gás, ex-secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, destacou que o título aumenta sua responsabilidade sobre o estado. “É uma honra muito grande receber da Assembleia Legislativa de Sergipe esse Título de Cidadão Sergipano, o que aumenta muito a minha responsabilidade. Certamente vou trabalhar cada vez mais para  desenvolvimento de Sergipe, promover melhorias, emprego e renda, notadamente nessas através do potencial energético do estado”, declarou. 

O autor da propositura, Zezinho Sobral frisa ainda que a data de hoje imprime gratidão e reconhecimento ao homenageado. Defendeu que o diploma é uma das mais importantes honrarias concedidas pelo Poder, por méritos e colaboração do homenageado, ao promover o desenvolvimento do Estado de Sergipe.

“Hoje, a Assembleia Legislativa de Sergipe tem a honra de conceder a Márcio Félix o Título de Cidadão Sergipano. Nosso estado o adota como filho legítimo, de fato e de direito, com todo carinho e respeito que lhe é merecido. Márcio Félix Carvalho Bezerra conhece bem as potencialidades do setor energético do Brasil e muito contribuiu para que Sergipe voltasse a percorrer os trilhos do crescimento no mercado do petróleo, gás e de energia”, enalteceu.

Sobral frisou ainda que Sergipe é grato ao homenageado por seus esforços. “Sergipe é grato a tudo que você representa para nosso estado. Seus novos conterrâneos sergipanos agradecem por todos os esforços no desenvolvimento do setor de petróleo, gás e fertilizantes, pelo incentivo para que a Fafen, que estava hibernada, renascesse junto com a esperança do nosso povo através da Unigel Agro, em Laranjeiras. Este feito representa um marco para nossa terra, para a consolidação do Polo de Fertilizantes de Sergipe, associada à oferta de gás offshore, capaz de viabilizar a atração de investimentos do setor, promover o fortalecimento da cadeia produtiva de fertilizantes, geração de emprego e renda (diretos e indiretos) e ações de responsabilidade social junto à comunidade”, pontuou Zezinho Sobral.

O deputado Federal, Laércio Oliveira parabenizou Sergipe pelo reconhecimento. “É um título de reconhecimento acima de tudo, pois quem o está recebendo tem raízes profundas, construídas em Sergipe, a partir do momento do petróleo e gás”. O deputado federal frisou que tudo o que aconteceu no mercado do país inteiro tem a digital de Márcio Félix.

“Ele tem uma história muito grande nesse setor, há mais de 40 anos. E, resolveu, a partir de 2019, enxergou o potencial energético do Estado de Sergipe. Eu tenho dito em várias entrevistas “Sergipe é a estrela do gás do Brasil”. Essa frase quem cunhou foi Márcio Félix. Então, viver esse momento da entrega do título, para uma pessoa que reconheceu o estado como estrela do gás do país, já basta para entender a importância desse título para uma pessoa tão importante para o estado, que a partir de hoje será nosso conterrâneo”, felicitou. O parlamentar foi o relator da nova Lei do Gás, sancionada em 2021.

Representando o presidente da Assembleia Legislativa na homenagem, o deputado Doutor Samuel Carvalho, parabenizou o colega parlamentar, Zezinho Sobral, por iniciativa de concessão do título.

” Agradeço ao presidente da Casa, Luciano Bispo, por tê-lo representado nessa solenidade, também, ao deputado Zezinho por conceder a propositura. Márcio Félix tem feito um trabalho muito fantástico para o desenvolvimento do nosso estado. É uma homenagem justa”, falou.

Fonte e fotos: Agência Alese de Notícias

Última atualização: 14 de junho de 2022, 17:01

Evento realizado na última quinta também foi uma realização da Fecomércio e patrocínio da Celse e Unigel

O Governo do Estado e a Fecomércio  promoveram na noite da última quinta-feira (07), uma palestra com o diplomata e ex-diretor da Petrobras, Roberto Ardenghy.  Com o tema “Geopolítica da Energia e seus efeitos sobre o Gás Natural e o Estado de Sergipe”, o especialista em relações exteriores explanou aos presentes sobre os efeitos que as mudanças políticas e econômicas podem ter sobre o Brasil e, principalmente, sobre Sergipe. 

Discorrendo sobre a questão da energia e gás natural como um todo, Ardenghy tratou sobre o atual momento político e econômico mundial, ressaltando como a Europa irá reagir e como o Brasil se insere neste novo cenário. Trazendo a realidade para Sergipe, o palestrante citou as perspectivas de exploração e o mercado para o gás e o Estado de Sergipe, destacando as grandes reservas encontradas no território sergipano.

“Acredito que uma das bacias sedimentares mais interessantes que existem hoje no mundo e no Brasil é a bacia Sergipe-Alagoas, onde há atividade exploratória de grandes empresas como a Petrobras, ExxonMobil e Murphy Oil, e outras empresas que estão fazendo prospecção. Então, Sergipe está muito bem posicionado neste mercado. Claro que a geologia é a geologia. É preciso pesquisar. Mas só se consegue descobrir se fizer o trabalho exploratório, e é isso que hoje está na crista da onda, aumentar a atividade exploratória brasileira, ofertar mais áreas para as empresas fazerem prospecção e, quem sabe, Sergipe será agraciado com uma grande reserva nos próximos anos”, pontuou.

Debate

Após a apresentação, representantes das entidades envolvidas no evento puderam fazer perguntas e explanar suas observações sobre a palestra. O diretor de Relações Governamentais da Unigel, Eduardo Barretto, representando o CEO da empresa, Roberto Noronha, afirmou que a noite foi uma oportunidade de todos terem uma verdadeira aula sobre Geopolítica. “Uma oportunidade única para os presentes”, frisou. 

Já o presidente da Celse, Glauco Campos, focou na questão dos clientes e consumidores. “Sergipe está em uma posição privilegiada, pois tem uma perspectiva de produção de gás muito alta, e possui dois tipos de consumidores que o Brasil precisa para dar destino a esse gás, que é a nossa planta termoelétrica, que é a maior da América Latina, e que pode ter sua capacidade aumentada duas vezes; e tem a Unigel, que é talvez o maior consumidor  de gás do Brasil. Então você tem no mesmo estado produção e consumo”, destacou. 

O presidente do Sistema Fecomércio Sesc/Senac, deputado federal Laércio Oliveira, foi um dos debatedores da noite, e ressaltou a importância do Brasil e de Sergipe no contexto da Geopolítica mundial. “Este é um momento de despertar para aquilo que precisamos produzir e empreender em nosso país e um momento de destaque para as riquezas minerais, que serão capazes de trazer, principalmente para o nosso estado, o desenvolvimento que tanto buscamos, seja no petróleo ou na cadeia de fertilizantes. Creio que esses pontos, são ferramentas que se unem e que tem despertado olhares do mundo todo e, felizmente,  Sergipe se coloca de uma forma muito positiva neste contexto”, apontou o parlamentar.

O secretário do Desenvolvimento Econômico, José Augusto Carvalho, por sua vez, falou sobre a movimentação econômica que tem ocorrido no Estado, e o trabalho que a pasta tem realizado a fim de atrair investimentos.  “A movimentação na atração de indústrias não poderia estar melhor. Primeiro por causa da aprovação da Lei de Gás em si, segundo, porque Sergipe fez uma movimentação enorme para a regulamentação estadual, tornando-se pioneiro na sua aprovação. Além disso, o anúncio dos novos investimentos robustos da Petrobras,  a exemplo do FPSO, só dão mais força para captarmos investimentos”, completou.

Última atualização: 8 de abril de 2022, 11:49

Publicação destaca potencial brasileiro de participação estratégica no mercado mundial

Os conceitos, usos e a legislação relacionados ao Hidrogênio Verde no Brasil são o tema do novo artigo técnico do Sergipe Parque Tecnológico (SergipeTec). As pesquisadoras do Núcleo de Energias Renováveis e Eficiência Energética de Sergipe (NEREES), Amanda Gonçalves e Fernanda Rodrigues, assinam o texto, que traz tópicos sobre normas e competitividade de custos.

A publicação aborda, entre outros aspectos, a produção de hidrogênio verde, resultado da eletrólise da água envolvendo fontes renováveis variáveis, como as energias eólica e solar. Algumas das vantagens deste combustível são sua alta densidade energética e a versatilidade de seu uso, além da possibilidade de funcionar como vetor de armazenamento de energia e o fato de ser livre de carbono (carbon free).

O artigo está disponível no site do SergipeTec, onde também é possível encontrar os demais textos que integram a série. Os artigos técnicos se destinam a pesquisadores, agentes públicos, investidores e outros interessados em temas conectados à matriz energética brasileira e sergipana.

Confira a prévia do artigo:

A descarbonização do planeta é um dos objetivos estipulados por países de todo o mundo até 2050.

As últimas estimativas da Agência Internacional de Energia (AIE), publicadas no final de 2019, vaticinam um aumento da demanda global de energia entre 25 e 30% até 2040 o que, em uma economia dependente do carvão e do petróleo, significaria mais CO2 e o agravamento das mudanças climáticas. Porém, a descarbonização do planeta nos propõe um mundo diferente até 2050: mais acessível, eficiente e sustentável e movido por energias limpas como o hidrogênio verde [1]. Nesse contexto, o hidrogênio aponta como uma prioridade na estratégia de energia e climática de diversos países, sobretudo, por viabilizar uma alternativa para setores de difíceis abatimento de emissões de carbono (hard-to-abate sectors) [2].

A seguir, conheça um pouco mais sobre esse elemento químico que promete ser o combustível do futuro. Saiba como ele é produzido, como o Brasil está inserido nesse contexto, as normas e legislações pertinentes, as possibilidades de usos nas próximas décadas e quais são as perspectivas de o hidrogênio verde se tornar competitivo.

Para continuar lendo, acesse o link.

Última atualização: 1 de abril de 2022, 15:22

Tema é debatido pelas pesquisadoras Amanda Gonçalves e Fernanda Rodrigues, apresentando referência para Sergipe

O cenário da produção e utilização de Hidrogênio Verde no Brasil é o foco de mais um artigo técnico publicado pelo Sergipe Parque Tecnológico (SergipeTec). O texto tem autoria das pesquisadoras do Núcleo de Energias Renováveis e Eficiência Energética de Sergipe (NEREES), Amanda Gonçalves e Fernanda Rodrigues, e descreve a realidade do segmento no Estado do Ceará a fim de apresentar uma referência para o panorama sergipano.

Além de traçar um histórico sobre o uso do Hidrogênio Verde no País, o texto menciona pontos fortes dessa matriz energética, questões de ordem regulatória e o início da pesquisa sobre o tema no Ceará. O Hidrogênio Verde como ponte para a descarbonização das fontes de energia no cenário futuro já foi assunto de um dos textos integrantes da série de artigos técnicos do SergipeTec, demonstrando o foco da instituição no desenvolvimento de pesquisas na área.

Intitulado “Por que o Ceará é líder do Hidrogênio Verde no Brasil?”, o artigo encontra-se disponível para acesso no site do SergipeTec. No mesmo link, é possível encontrar os demais textos que integram a série, voltados a pesquisadores, agentes públicos, investidores e demais interessados em temas relacionados à matriz energética brasileira e sergipana.

Confira a prévia do artigo:

1.       INTRODUÇÃO

Sabe-se que, a emissão dos gases do efeito estufa (GEE) é um dos fatores que geram o aquecimento global. Diante disso, a 21ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 21/UNFCCC) realizada em Paris em dezembro de 2015, informou que somente sob os cenários de emissões de GEE muito baixas e baixas será possível evitar um aumento de pelo menos 2°C até 2100 [1]. A Europa está empenhada em uma nova estratégia de crescimento que transformará a União Europeia em uma economia moderna, eficiente em termos de recursos e competitiva, visando a neutralidade carbônica até 2050 [2].

Em 2020, após a adoção da Estratégia Industrial Europeia, a União Europeia (EU) adotou as estratégias de integração do sistema energético [3] e sobre o hidrogênio [4] com o objetivo de consolidar o caminho para um setor energético totalmente descarbonizado, mais eficiente e interligado. Conforme declarado pela [5], este é um momento crítico para o hidrogênio, que hoje desfruta de um impulso sem precedentes. O mundo não deve perder essa chance única de tornar o hidrogênio uma parte importante para um futuro energético limpo e seguro [5] [6].

No Brasil, as estratégias específicas sobre o hidrogênio foram inclusas no Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação para Renováveis e Biocombustíveis, além de ter sediado e apoiado a 22ª Conferência Mundial de Energia de Hidrogênio em 2018 [7]. Já a norma ISO 14064 que detalha e orienta as organizações para a quantificação e elaboração de relatórios de emissões e remoções de GEE [8]. Outro documento que serve como base para o direcionamento do desenvolvimento de ações para a mudança climática é a Agenda 2030, constituída a partir 1 da documentação resultante da cúpula das Nações Unidas pela Resolução A/RES/70/1, de setembro de 2015 [9].

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Última atualização: 23 de março de 2022, 17:05

Ação irá garantir oferta de apoio técnico para contempladas em edital de inovação

O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Sergipe (Sebrae/SE) e a Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec/SE) assinaram nesta terça-feira, 15, um termo de cooperação técnica com o objetivo de desenvolver ações para fortalecer o empreendedorismo feminino no estado.

Pelo acordo, as mulheres contempladas no edital ‘Programa de Apoio a Mulheres Empreendedoras em Sergipe’ terão acesso à metodologia de pré-aceleração de startups desenvolvida pelo Sebrae para colocar suas ideias de negócios inovadores no mercado de forma rápida e consistente. O edital foi lançado pela Fapitec no dia 8 de março e busca incentivar o desenvolvimento de soluções tecnológicas para bens, serviços ou processos, por meio de projetos cooperativos entre as empreendedoras e cientistas.

Serão investidos R$ 342 mil provenientes do Fundo Estadual para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FUNTEC), e cada proposta submetida poderá solicitar recursos financeiros no valor máximo de R$ 68,4 mil, sendo R$ 30 mil em recurso de subvenção econômica e R$ 38,4 mil em bolsa de Pós-Doutorado Júnior (PDJ), quando houver. As inscrições já estão abertas e vão até 29 de abril no site da Fapitec (www.fapitec.se.gov.br).

As cinco primeiras selecionadas serão beneficiadas com o apoio técnico do Sebrae por meio da oferta de uma metodologia que busca transformar ideias inovadoras em negócios de alto impacto. Elas irão vivenciar as diversas fases de desenvolvimento de uma startup, contando com a ajuda de mentores e profissionais especializados.

“É uma parceria importante, porque vai viabilizar o apoio necessário para que essas mulheres consigam transformar suas propostas em negócios com mais chances de sobrevivência no mercado”, destaca o diretor-presidente da Fapitec, Ronaldo Guimarães.

Atividades

As atividades serão oferecidas por meio de encontros presenciais e virtuais, abordando quatro temas: Ideação e estratégia (orientações sobre que é uma startup e como ser uma pessoa de execução, orientada a dados, com foco em crescimento e capaz de conduzir um processo de entrada no mercado); Validação (momento de verificar os processos de validação e entendimento do nicho de mercado em que se está entrando); MVP + primeiros clientes (desenho de processos de entrega de valor para os clientes) e Operação e Gestão (desenvolvimento de métricas acionáveis e que realmente mostrem o real crescimento da empresa, além de introdução de técnicas ágeis de gestão).

Além disso, elas contarão com treinamento para o pitch, que consiste em uma apresentação da ideia para potenciais investidores. Também serão oferecidas mentorias individualizadas.

“Um programa de pré-aceleração para startups conta com prazos a serem respeitados, avaliadores, treinamento e várias outras etapas que ajudam os empreendedores a se preparar para o mercado. Isso dá ao projeto um caminho a seguir, prazos, metas e tarefas que dizem respeito a terceiros, além de ferramentas e recursos necessários para que esse caminho seja trilhado e as experiências sejam vividas”, explica o superintendente do Sebrae, Paulo do Eirado.

Informações adicionais sobre o Edital podem ser obtidos junto à Diretoria Técnica da FAPITEC/SE, através da Coordenação do Programa de Apoio à Inovação Tecnológica (PROINT), pelo telefone (79) 3259-3007 ou pelo e-mail proint@fapitec.se.gov.br.

Última atualização: 16 de março de 2022, 09:01