O trabalho é desenvolvido desde 2010, em Santa Luzia do Itanhy

Com o intuito de apresentar o modelo de transformação social que está sendo realizado em Santa Luzia do Itanhy/SE, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec), em parceria com Instituto de Pesquisa em Tecnologia e Inovação (IPTI), ofereceu um café da manhã para algumas indústrias instaladas em Sergipe. O encontro ocorreu na manhã desta terça-feira (22), na sala de convenção do Neo Office Jardins, em Aracaju/SE. 

O trabalho, que é desenvolvido no município sergipano pelo IPTI desde 2010, é estruturado em um conjunto de Tecnologias Sociais voltado para as áreas de educação básica e empreendedora, e saúde, com um olhar de escalabilidade, sustentabilidade e orientadas a negócios sociais. As Tecnologias Sociais de Santa Luzia já beneficiaram mais de 40 municípios, em nove estados brasileiros. 

O secretário da Sedetec, José Augusto Carvalho, agradeceu a presença de todos e destacou a parceria entre a organização e o Governo do Estado. “O IPTI é uma organização que nos orgulhamos muito por ser estruturada no estado, e que tem mudado a realidade de Santa Luzia do Itanhy, através da transformação social. Essa parceria tem nos rendido muitos frutos ao longo dos anos. Desejamos que a partir desse encontro com empresas sergipanas, novas parcerias sejam firmadas”, pontuou. 

Durante o café da manhã, as empresas puderam compartilhar experiências reais e vislumbrar oportunidades de parcerias junto ao IPTI. O diretor de Relações Governamentais da Unigel, Eduardo Barreto, agradeceu o convite e ressaltou os trabalhos de cunho social que são apoiados pela companhia. “A Unigel já possui a conduta de apoiar projetos com o viés social. Os projetos que foram apresentados hoje, tem tudo a ver com esse princípio de responsabilidade social da empresa”, afirmou.

O desejo da organização é que esse encontro com o empresariado sergipano ocorra anualmente e com a presença de representantes de todas as empresas que estão instaladas no estado. “A expectativa desse tipo de encontro é poder divulgar e atrair mais parceiros para as iniciativas que já são feitas pelo IPTI em Santa Luzia e, também, em outros municípios do estado. A ideia é que haja um envolvimento maior de todos os empresários na construção coletiva de uma solução, que leve desenvolvimento humano para todos os municípios”, comentou o presidente do IPTI, Rodrigo Almeida. 

Sobre o IPTI

O IPTI é uma entidade sem fins lucrativos, que começou a dar seus primeiros passos em outubro de 2003, na cidade de São Paulo. Em 2009, a organização fincou sua sede para Santa Luzia do Itanhy, sul de sergipano, um dos municípios com menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil. 

A partir disso, o IPTI visa, junto à comunidade local, gerar soluções que sejam eficazes em contextos de extrema vulnerabilidade e que tenham potencial de escala. Ou seja, tudo acontece fundamentado em Santa Luzia. Depois de criadas, geradas e sistematizadas, as tecnologias sociais desenvolvidas naquela região estão prontas para re-aplicação em qualquer parte do planeta.

Última atualização: 22 de novembro de 2022, 12:04

Com a finalidade de conhecer os investimentos no setor mineral no interior do Estado de Sergipe, a equipe técnica da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec) e o presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Sergipe (Codise), José Matos, receberam a visita do diretor-presidente da Nexon Mineração, Marcelo Martins, do geólogo da empresa, Ricardo Gallart e do gerente regional da Agência Nacional de Mineração, George Eustáquio.

A reunião ocorreu na sede da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e Tecnologia (Sedetec), sob condução do secretário José Augusto Carvalho. Acompanhado dos técnicos da pasta, o secretário pôde recepcionar os convidados e avaliar os projetos que estão em desenvolvimento nos municípios de Brejo Grande, Nossa Senhora de Lourdes e Gararu. 

O secretário da Sedetec, José Augusto Carvalho, afirmou as boas expectativas após o encontro. “Procuramos sempre reunir o corpo técnico da Sedetec para apresentar a equipe do Governo aos empresários e mostrar que Sergipe recebe, com muito acolhimento, as empresas que se interessam pelo nosso Estado. A Nexon vislumbra um potencial muito grande em nosso estado e, hoje, puderam nos mostrar alguns desses projetos através de estudos realizados pela empresa”, disse.

A expectativa da empresa é que em 2024, o projeto de Brejo Grande, que tem como principais minérios titânio e zircônio, se inicie. “O trabalho preliminar já foi elaborado, mostrando uma pré-viabilidade econômica. As demais áreas que vão bloquear outras reservas para o projeto ainda vão ser concluídas para a gente avaliar e aprovar os projetos”, pontuou o diretor-presidente da Nexon, Marcelo Martins.

O superintendente executivo da Sedetec, Marcelo Menezes, destacou a importância da visita e de projetos nesta vertente para o Estado. “Todo projeto, do modo que ele nos apresentou, é muito interessante e o Estado tem total interesse em participar. Podemos estabelecer pontes para dar mais celeridade ao processo que já está em desenvolvimento e auxiliar no que necessário”, pontuou. 

O gerente regional da Agência Nacional Mineração, George Eustáquio, destacou a longa parceria entre o órgão e a Sedetec. “A empresa nos mostrou as perspectivas futuras de uma ocorrência mineral e do andamento de uma pesquisa em Sergipe. Achei interessante trazer a novidade para a Sedetec e todas as linhas que trazem desenvolvimento para o estado. Temos muito interesse em compartilhar e dar oportunidade para as empresas”, ressaltou.

Nexon Mineração

Com base administrativa em São Paulo e Belo Horizonte, a empresa foi fundada em 2019 como plataforma de investimento no setor de mineração, diversificando o portfólio no setor em que o grupo controlador atua. A Nexon desenvolve seus projetos visando a produção com foco em minerais estratégicos, tais como: cobre, ouro, titânio, zircônio, níquel, cobalto, terras raras, potássio e fósforo. 

“Nós não somos uma empresa que desenvolve o projeto e vende para uma outra depois. A gente desenvolve, colocamos em produção e vamos operar por 20, 30 anos, durante toda a vida útil do projeto. Vai gerar muito emprego e muita renda para o estado”, concluiu o diretor-presidente da Nexon, Marcelo Martins. 

Última atualização: 14 de novembro de 2022, 11:05

Reunião contou com a presença e teve o intermédio do ex-ministro José Henrique Paim

Com o objetivo de apresentar as possibilidades existentes em Sergipe no que diz respeito à instalação de usinas de energia solar e na área industrial, o Governo do Estado recebeu, na quarta-feira (27), o ex-ministro da educação e atual diretor do Centro de Desenvolvimento da Gestão Pública e Políticas Educacionais da Fundação Getúlio Vargas (DGPE/FGV), José Henrique Paim, o vice-diretor do DGPE/FGV, Romeu Weliton Caputo, o diretor da unidade de Cuiabá do Grupo Matsuda, Ricardo Matsunag, e o gestor da empresa Inovar Transportes, Irineu Turazzi.

A reunião ocorreu na sede da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e Tecnologia (Sedetec), sob condução do secretário José Augusto Carvalho. Acompanhado de técnicos da pasta e de diretores de órgãos vinculados, como Codise, Fapitec, SergipeTec e ITPS, José Augusto pôde recepcionar os convidados e falar sobre áreas públicas e também privadas que poderiam interessar aos investidores.

“Procuramos reunir não só o corpo técnico da Sedetec, mas também dos órgãos vinculados, para apresentar a equipe do Governo aos empresários e mostrar que Sergipe recebe com muito acolhimento as empresas que se interessam pelo nosso Estado. Todos saíram muito satisfeitos com o encontro e com uma próxima visita a ser agendada em breve”, explicou José Augusto.

O ex-ministro e atual diretor do Centro de Desenvolvimento da Gestão Pública e Políticas Educacionais da Fundação Getúlio Vargas (DGPE/FGV), José Henrique Paim, cumpriu agenda ao longo do dia em Sergipe e afirmou que a visita objetivou trabalhar questões relacionadas a educação, com o possibilidade de investimentos na área de energia solar. “Tivemos uma recepção muito boa e esperamos poder concretizar esses projetos que aqui foram expostos”, completou.

O gestor da Inovar Transportes, Irineu Turazzi, por sua vez, destacou que sai boas expectativas do encontro. ” Conhecemos algumas oportunidades de Sergipe, como benefícios fiscais e aporte de investimentos através do Paim, por isso fizemos questão de vir conhecer a equipe do Governo de perto e conversar sobre nossos projetos”, pontuou.

Presenças
Além da equipe da Sedetec, participaram da reunião o presidente da Codise, José Matos, do ITPS, Kaká Andrade, do SergipeTec, Eduardo Prado, e da Fapitec, Ronaldo Guimarães e do IPTI, Saulo Barreto.

Matéria produzida em 28 de junho de 2022

Última atualização: 10 de novembro de 2022, 09:21

Membro da Câmara Técnica para Assuntos Regulatórios, Econômicos, de Infraestrutura e Logística, do Conselho Nacional de Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CONFERT), o Governo de Sergipe, por meio do superintendente executivo da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e Tecnologia (Sedetec), Marcelo Menezes, participou, em Brasília, de discussões a respeito do futuro dos fertilizantes no país.

A reunião ordinária do Conselho aconteceu na terça-feira (04), no Palácio do Planalto e o sergipano representou o Fórum de Governadores. Na pauta, foram apresentadas diversas propostas de encaminhamentos, objetivando buscar alternativas para atração de investimentos para aumento da produção de fertilizantes, sendo considerada a oferta de gás do projeto Sergipe Águas Profundas como importante alternativa para viabilizar os novos projetos.

Ainda na agenda, o superintendente executivo participou, a convite, de reunião com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, para discutir questões relativas à situação de dependência do país aos fertilizantes importados. A reunião discutiu ainda propostas para estimular a produção nacional, com ênfase ao projeto do PROFERT, de autoria do deputado estadual por Sergipe, Laércio Oliveira.

“Temos uma pauta extensa e com muitas ações para concretizar ainda este ano e estamos trabalhando firmes para isso. Foram dias muito produtivos em Brasília, sempre demonstrando o protagonismo e pioneirismo de Sergipe na área do Gás e dos Fertilizantes. Todas essas ações têm também como objetivo promover a consolidação do Polo de Fertilizantes de Sergipe”, explicou Marcelo Menezes.

Matéria produzida em 04 de julho de 2022

Última atualização: 31 de outubro de 2022, 09:56

Empresa está sendo negociada com a Eneva

Na última quinta-feira (31), a Eneva S.A. assinou o acordo de aquisição das Centrais Elétricas de Sergipe Participações S.A. (CELSEPAR), junto à empresa norte-americana New Fortress Energy (NFE) e Ebrasil Energia Ltda. (Ebrasil). Pelo acordo, a Eneva adquiriu os direitos de expansão da termelétrica e 100% da Centrais Elétricas Barra dos Coqueiros S.A. (Cebarra), pelo valor de R$ 6,1 bilhões.

A CELSEPAR tem como principal ativo operacional, a Usina Termelétrica do Porto de Sergipe I, e com a transação, a Eneva passará a deter os projetos de expansão referentes à UTE. Localizada no município da Barra dos Coqueiros, a usina a gás natural em ciclo combinado, possui uma capacidade instalada de 1.593MW, gerando uma receita fixa anual de R$ 1,9 bilhão.

A Secretaria do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e Tecnologia (Sedetec), avalia como positiva a negociação e acredita que poderá ser uma forma explorar as muitas oportunidades que o Complexo Termelétrico tem a oferecer. “A Eneva é uma grande empresa e a aquisição da Celse sem dúvida irá agregar muito. O Governo vê o processo com otimismo, afinal, poderão surgir novas plantas termelétricas no Complexo”, lembra o secretário da Sedetec, José Augusto Carvalho.

Infraestrutura para hub de gás

A UTE Porto de Sergipe é abastecida através da Unidade Flutuante de Armazenamento e Regaseificação (FSRU), e está integralmente contratada até dezembro de 2044. Com essa aquisição, a Eneva terá acesso a gás importado e uma infraestrutura para expandir a comercialização no segmento do gás, consolidando a companhia como um dos maiores fornecedores privados de energia para o país.

De acordo com nota ao mercado, a Eneva afirma que “a aquisição garante à Eneva acesso à gás importado e infraestrutura com capacidade disponível que permite a gestão de flexibilidade de suprimento com confiabilidade, contribuindo adicionalmente para a expansão do segmento de comercialização de gás. Adicionalmente, a Eneva passará a deter projetos de expansão adjacentes à Usina, que poderão somar 3,2 GW de capacidade instalada, quando desenvolvidos”.

Vale frisar que a assinatura do contrato para construção do gasoduto, que conectará o Terminal de GNL da Celse à malha de transporte da Transportadora Associada de Gás (TAG), está marcada para o próximo dia 13 de junho, em Aracaju. “A assinatura deste contrato confere ainda mais possibilidades para a Celse, a partir da exploração do Terminal de GNL aqui instalado, e consequentemente, para a Eneva”, finaliza José Augusto.

Última atualização: 14 de junho de 2022, 17:03

OTC acontece sempre no mês de maio em Houston, nos Estados UnidosSegunda-Feira, 02 de Maio de 2022

Como forma de dialogar com importantes instituições do setor e buscar atrair investimentos para o estado, o Governo de Sergipe, por meio do secretário do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e Tecnologia,  José Augusto Carvalho,  participa ao longo desta semana da Offshore Technology Conference (OTC), em Houston, nos Estados Unidos. O Sebrae Sergipe integra a comitiva sergipana. 

A feira é um local onde os profissionais de energia se encontram para trocar ideias e opiniões para avançar no conhecimento científico e técnico de recursos offshore. Realizada sempre no mês de maio, a OTC oferece acesso a informações técnicas de ponta, expõe equipamentos do setor e novos contatos profissionais valiosos de todo o mundo.

“Sergipe está em destaque não só no Brasil, como em todo o mundo graças às nossas reservas de petróleo e gás e aos investimentos que estão prospectados para os próximos anos, pela Petrobras, por exemplo. Por isso, fizemos questão de estar presente na OTC e, junto com o Sebrae,  atrair mais investimentos e dialogar com novas empresas que ainda não conhecem nossos atrativos”, explica o titular da Sedetec, José Augusto Carvalho.

Já no primeiro dia da feira, o secretário pôde receber o presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), Roberto Ardenghy, e o diretor-geral da ANP, Rodolfo Saboia. 

OTC acontece sempre no mês de maio em Houston, nos Estados UnidosSegunda-Feira, 02 de Maio de 2022

Como forma de dialogar com importantes instituições do setor e buscar atrair investimentos para o estado, o Governo de Sergipe, por meio do secretário do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e Tecnologia,  José Augusto Carvalho,  participa ao longo desta semana da Offshore Technology Conference (OTC), em Houston, nos Estados Unidos. O Sebrae Sergipe integra a comitiva sergipana. 

A feira é um local onde os profissionais de energia se encontram para trocar ideias e opiniões para avançar no conhecimento científico e técnico de recursos offshore. Realizada sempre no mês de maio, a OTC oferece acesso a informações técnicas de ponta, expõe equipamentos do setor e novos contatos profissionais valiosos de todo o mundo.

“Sergipe está em destaque não só no Brasil, como em todo o mundo graças às nossas reservas de petróleo e gás e aos investimentos que estão prospectados para os próximos anos, pela Petrobras, por exemplo. Por isso, fizemos questão de estar presente na OTC e, junto com o Sebrae,  atrair mais investimentos e dialogar com novas empresas que ainda não conhecem nossos atrativos”, explica o titular da Sedetec, José Augusto Carvalho.

Já no primeiro dia da feira, o secretário pôde receber o presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), Roberto Ardenghy, e o diretor-geral da ANP, Rodolfo Saboia. 


Última atualização: 3 de maio de 2022, 09:40

Posicionando-se em prol da manutenção da unidade e promovendo diálogo em busca da retomada, Governo mostrou-se importante agente rumo ao sucesso da atual Unigel Agro SE

Em pleno funcionamento e em vias de expansão, a Unigel Agro SE, antiga Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen), é um dos marcos para o setor em Sergipe e no Brasil. Ao longo de toda a trajetória da unidade sergipana, desde o anúncio da hibernação até o retorno do seu funcionamento, o Governo do Estado posicionou-se em prol de sua manutenção, viabilizando e incentivando os diálogos para a sua continuidade.

Operada pela Petrobras, a Fafen, localizada no município de Laranjeiras, foi hibernada em janeiro de 2019. Antes da decisão da companhia, comunicada em março de 2018, a administração estadual procurou novas vias para reverter a situação. Em 27 de março, o Governo do Estado conseguiu, junto à Petrobras, um prazo de 120 dias para apresentação de alternativas para a manutenção da fábrica.

O Governo também esteve à frente de diversas rodadas de negociação com a presença de órgãos federais, procurando soluções e promovendo debates. Buscando o apoio de lideranças, o governador Belivaldo Chagas contou com a participação do ex-governador Albano Franco nas mediações, estabelecendo a ponte com o Governo Federal e com o então presidente Michel Temer. Meses depois, Belivaldo, também reuniu-se com o presidente Jair Bolsonaro e com o vice, Hamilton Mourão, solicitando auxílio no tratamento da questão.

Após a hibernação, a administração estadual conduziu as tratativas para a reativação, participando de reuniões em Brasília junto à Petrobras e à Secretaria de Petróleo, Gás e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia (MME). Em abril de 2019, o Governo chegou a conseguir uma liminar para suspender a hibernação da fábrica, que foi revertida posteriormente. No mesmo mês, foi aberta pela Petrobras a licitação para o processo de arrendamento das Fafens de Sergipe e da Bahia, que culminou na assinatura de contrato junto ao Grupo Unigel em novembro daquele ano.

“Já vínhamos nos articulando em prol da Fafen e em 2019 intensificamos ainda mais este trabalho. Buscamos de todas as formas que nos cabia, enquanto Governo do Estado, dialogar com a Petrobras e encontrar soluções para que a fábrica não fosse hibernada. Infelizmente não obtivemos sucesso naquele momento, mas continuamos focados em encontrar uma solução para o grande problema que o fechamento da Fafen representava”, lembra o secretário José Augusto Carvalho.

Articulação

Em janeiro de 2020, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec), mediou o encontro entre Unigel, Centrais Elétricas de Sergipe (Celse) e Sergas, visando parcerias futuras. Também por intermédio da Sedetec, em maio do mesmo ano, o Conselho de Desenvolvimento Industrial de Sergipe (CDI) deliberou a concessão de apoio fiscal para retomada da fábrica de fertilizantes.

Meses depois, em agosto, foi celebrada a transmissão de posse da fábrica para o Grupo Unigel. Foi iniciado, ainda, o recrutamento para atuação na unidade. Este processo foi acompanhado de perto pelo Governo de Sergipe, que solicitou à direção que fosse priorizada a mão de obra local. No mesmo sentido, o Governo direcionou a contratação de fornecedores sergipanos, a fim de garantir a geração de emprego e renda para o Estado.

Em abril de 2021, após meses de preparação, a Unigel Agro SE retomou a produção de ureia em Sergipe, em fase de testes. Em agosto do mesmo ano, foi, então, inaugurada a fábrica. Hoje, a planta mantém uma produção anual de 650 mil toneladas de ureia e 450 mil de amônia. O quantitativo representa um grande aporte em busca da soberania nacional em relação ao suprimento de fertilizantes, já que o Brasil é dependente em mais de 85% de insumos importados.

“Quando conhecemos a diretoria da Unigel e iniciamos os diálogos para retomada da fábrica, nos colocamos à disposição do grupo para fazer o que fosse possível e garantir a reabertura daquela planta. Contamos com auxílio fundamental do deputado federal por Sergipe, Laércio Oliveira, além de gestores baianos, que passavam pelo mesmo problema e buscavam também a reativação da planta de Camaçari, também arrendada pela Unigel. Felizmente obtivemos sucesso e hoje vemos a Unigel Agro SE produzindo e auxiliando o país em um momento tão peculiar da geopolítica mundial, como o que estamos vivendo”, completa o titular da Sedetec, José Augusto Carvalho.

Futuro

Recentemente, já em abril de 2022, o Grupo Unigel e o Governo de Sergipe assinaram um protocolo de intenções voltado à retomada da produção da planta de sulfato de amônio localizada na Unigel Agro SE, com previsão para o primeiro semestre de 2023. A unidade de sulfato de amônio encontra-se hibernada desde julho de 2017. Sua capacidade de produção é da ordem de 300 mil toneladas por ano. Para reativar a planta, estima-se um investimento em torno de R$ 30 milhões.

Entre as condições previstas no protocolo está a contratação prioritária de mão de obra e fornecedores locais, assim como o treinamento e capacitação de funcionários especializados. O protocolo tem prazo de vigência de três anos a partir da assinatura, com possibilidade de prorrogação mediante termo aditivo.

Última atualização: 2 de maio de 2022, 12:23

Evento realizado na última quinta também foi uma realização da Fecomércio e patrocínio da Celse e Unigel

O Governo do Estado e a Fecomércio  promoveram na noite da última quinta-feira (07), uma palestra com o diplomata e ex-diretor da Petrobras, Roberto Ardenghy.  Com o tema “Geopolítica da Energia e seus efeitos sobre o Gás Natural e o Estado de Sergipe”, o especialista em relações exteriores explanou aos presentes sobre os efeitos que as mudanças políticas e econômicas podem ter sobre o Brasil e, principalmente, sobre Sergipe. 

Discorrendo sobre a questão da energia e gás natural como um todo, Ardenghy tratou sobre o atual momento político e econômico mundial, ressaltando como a Europa irá reagir e como o Brasil se insere neste novo cenário. Trazendo a realidade para Sergipe, o palestrante citou as perspectivas de exploração e o mercado para o gás e o Estado de Sergipe, destacando as grandes reservas encontradas no território sergipano.

“Acredito que uma das bacias sedimentares mais interessantes que existem hoje no mundo e no Brasil é a bacia Sergipe-Alagoas, onde há atividade exploratória de grandes empresas como a Petrobras, ExxonMobil e Murphy Oil, e outras empresas que estão fazendo prospecção. Então, Sergipe está muito bem posicionado neste mercado. Claro que a geologia é a geologia. É preciso pesquisar. Mas só se consegue descobrir se fizer o trabalho exploratório, e é isso que hoje está na crista da onda, aumentar a atividade exploratória brasileira, ofertar mais áreas para as empresas fazerem prospecção e, quem sabe, Sergipe será agraciado com uma grande reserva nos próximos anos”, pontuou.

Debate

Após a apresentação, representantes das entidades envolvidas no evento puderam fazer perguntas e explanar suas observações sobre a palestra. O diretor de Relações Governamentais da Unigel, Eduardo Barretto, representando o CEO da empresa, Roberto Noronha, afirmou que a noite foi uma oportunidade de todos terem uma verdadeira aula sobre Geopolítica. “Uma oportunidade única para os presentes”, frisou. 

Já o presidente da Celse, Glauco Campos, focou na questão dos clientes e consumidores. “Sergipe está em uma posição privilegiada, pois tem uma perspectiva de produção de gás muito alta, e possui dois tipos de consumidores que o Brasil precisa para dar destino a esse gás, que é a nossa planta termoelétrica, que é a maior da América Latina, e que pode ter sua capacidade aumentada duas vezes; e tem a Unigel, que é talvez o maior consumidor  de gás do Brasil. Então você tem no mesmo estado produção e consumo”, destacou. 

O presidente do Sistema Fecomércio Sesc/Senac, deputado federal Laércio Oliveira, foi um dos debatedores da noite, e ressaltou a importância do Brasil e de Sergipe no contexto da Geopolítica mundial. “Este é um momento de despertar para aquilo que precisamos produzir e empreender em nosso país e um momento de destaque para as riquezas minerais, que serão capazes de trazer, principalmente para o nosso estado, o desenvolvimento que tanto buscamos, seja no petróleo ou na cadeia de fertilizantes. Creio que esses pontos, são ferramentas que se unem e que tem despertado olhares do mundo todo e, felizmente,  Sergipe se coloca de uma forma muito positiva neste contexto”, apontou o parlamentar.

O secretário do Desenvolvimento Econômico, José Augusto Carvalho, por sua vez, falou sobre a movimentação econômica que tem ocorrido no Estado, e o trabalho que a pasta tem realizado a fim de atrair investimentos.  “A movimentação na atração de indústrias não poderia estar melhor. Primeiro por causa da aprovação da Lei de Gás em si, segundo, porque Sergipe fez uma movimentação enorme para a regulamentação estadual, tornando-se pioneiro na sua aprovação. Além disso, o anúncio dos novos investimentos robustos da Petrobras,  a exemplo do FPSO, só dão mais força para captarmos investimentos”, completou.

Última atualização: 8 de abril de 2022, 11:49

Estado participou da elaboração do plano, tanto na fase de diagnóstico, como através da apresentação de estudo das questões tributárias, que impedem o crescimento da produção nacional

Integrado e atento às discussões do setor, o Governo de Sergipe marcou presença no Lançamento do Plano Nacional de Fertilizantes (PNF) nesta sexta-feira (11). A iniciativa representa um marco para o segmento, apresentando um diagnóstico das atividades e um amplo levantamento dos entraves e potencialidades para o crescimento da produção nacional, estabelecendo objetivos estratégicos, pretendendo diminuir a dependência brasileira de fertilizantes importados de 85% para 50% em 30 anos.

Por sua posição de destaque no cenário brasileiro, Sergipe esteve presente no processo de elaboração do PNF, participando do Grupo de Trabalho Interministerial (GTI) dedicado ao projeto, criado através do Decreto 10.605 de 22.01.2021. O superintendente-executivo da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec), Marcelo Menezes, representou o Governo do Estado no processo e compareceu ao evento de lançamento.

O evento foi promovido pelos Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Economia e Minas e Energia, além da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, contando com a participação do Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro. O superintendente da Sedetec ressaltou a importância do novo plano para o Brasil e para Sergipe, sobretudo no atual contexto internacional.

“O governador Belivaldo priorizou a questão dos fertilizantes durante sua administração. No início, o foco foi na retomada da produção da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen), que se encontrava hibernada. Nas discussões para sua viabilização, vários entraves foram observados e passamos a buscar criar condições de competitividade da produção nacional de fertilizantes. Neste trabalho foi necessário interagir com o Governo Federal, já que muitas questões não são de responsabilidade do Estado”, lembrou.

Marcelo recorda ainda que, nesse contexto, passou a somar ao Grupo Técnico Interministerial, que foi encarregado, pela Presidência da República, de desenvolver o plano que agora está sendo entregue. “Essa questão precisava ter sido enfrentada antes de chegar ao nível atual de dependência. As dificuldades de assegurar o suprimento de fertilizantes para o agro nacional e a escalada dos preços dos insumos, a partir da retomada da economia após a pandemia, em decorrência da escassez de gás natural e desarticulação das cadeias logísticas, escancarou o equívoco histórico da falta de uma política de incentivo à produção nacional de fertilizantes. As sanções à Bielorrússia e mais recentemente à Rússia, por conta da guerra com a Ucrânia, terminaram por agravar de forma dramática o cenário de suprimento de fertilizantes”, contextualizou.

“Ainda segundo o superintendente, o PNF chega em excelente momento. “Serão necessárias, entretanto, a implementação de incentivos à produção nacional, como aquelas constantes do Projeto de Lei 3507/21, de autoria do deputado Laércio Oliveira, que institui o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (PROFERT). O importante é que o Brasil despertou para a questão”, pontuou.

Sergipe

O cenário promissor para Sergipe no setor de fertilizantes está relacionado, entre outros aspectos, à sua localização geográfica estratégica. A existência de reservas expressivas de potássio, enorme disponibilidade de gás natural do projeto Sergipe Águas Profundas e as medidas estaduais de estímulo ao segmento também fazem parte desse cenário.

Durante a participação do Governo do Estado no GTI, foram apresentados aspectos estratégicos relacionados à implantação do Polo de Fertilizantes de Sergipe. Este planejamento, em desenvolvimento pela Consultoria Mastersenso, em parceria com a Sedetec e a Fecomércio, contempla estudos logísticos das áreas a serem atendidas a partir de Sergipe, estando previsto levar fertilizantes para a nova fronteira agrícola do MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) e trazer grãos no frete de retorno para escoar pelo Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB).

O projeto do Polo possibilitará uma maior visibilidade às oportunidades que o estado oferece para o crescimento do núcleo de misturadores, fabricantes de aditivos e biofertilizantes, além de uma nova Fafen, da retomada do projeto Carnalita e de uma unidade de beneficiamento de rochas fosfáticas.

Última atualização: 11 de março de 2022, 13:13

Anúncios do Governo Federal e Estadual deram novas perspectivas para o estado e abriram inúmeras possibilidades de investimentos

O primeiro semestre de 2019 foi de boas notícias para a área do desenvolvimento econômico em Sergipe,  principalmente, no que diz respeito às questões relacionadas a matriz energética. Alguns anúncios do Governo Federal e Estadual deram novas perspectivas para o estado e abriram inúmeras possibilidades de investimentos que tendem a chegar.

Sergipe caminha para a ser nova estrela do gás natural do país e isso será concretizado nos próximos anos com o apoio do Governo Sergipe, que vem trabalhando para tornar o estado atrativo para grandes empresas, principalmente aquelas grandes consumidoras de gás.

Neste contexto os recentes anúncios de campos em águas profundas, em blocos explorados pela Petrobras e pela ExxonMobil, com a capacidade de produção de petróleo e gás confirmados, e previsão de início de produção comercial em 2023 darão um grande fôlego para a área. A estimativa de produção, só nos campos da Petrobras, é de 20 milhões de m3/dia. E em 5 anos, Sergipe terá uma enorme disponibilidade de gás para ser utilizado.

“Com a oferta de gás de grandes proporções, temos buscado condições para atrair empresas consumidoras para se instalarem em Sergipe e possam aproveitar a nova oferta do combustível, sem custos de transporte da rede nacional”, explica o secretário do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e Tecnologia,  José Augusto Carvalho.

Além de todo o gás disponibilizado em águas profundas, Sergipe conta ainda com o navio FSRU Golar Nanook, unidade flutuante de armazenamento e regaseificação, que está no estado através das Centrais Elétricas de Sergipe (Celse). O navio recebe gás natural em forma líquida e o transforma em gasoso, de maneira a entregar o combustível, através de gasoduto, às turbinas termelétricas. A Celse fretou o navio até 2044, ano em que vence seu contrato com as concessionárias de energia para entregar 1.500 MW de energia elétrica.

Com toda essa oferta, o Governo do Estado decretou recentemente, novas medidas para favorecer o cenário. A iniciativa integra um conjunto de ações direcionadas ao desenvolvimento econômico do estado, ligado ao setor do gás natural, especificamente quando o produto for destinado a indústrias integrantes do Programa Sergipano de Desenvolvimento Industrial (PSDI), bem como para as indústrias que venham se instalar em Sergipe.

Em sua primeira medida, o governo oferece a redução na base de cálculo do ICMS nas operações da empresa produtora (Petrobras) para a Sergás, resultando em uma diminuição da carga tributária de 18% para 12%, além do diferimento do ICMS, com dispensa de pagamento sobre as operações da Sergás destinadas às indústrias do PSDI.

Além disso haverá a isenção nas operações da Petrobras para a Sergás com alguns tipos específicos de empresas, assim como concederá o diferimento com dispensa de pagamento nas operações da Sergás com essas indústrias.

O decreto prevê ainda redução na base de cálculo do ICMS nas operações da empresa produtora (Petrobras) para a Sergas, de 18% para 12% e a isenção das saídas desse produto da Sergás com destino a indústrias de fabricação de vidros planos, como também para qualquer segmento industrial. “Essas medidas estão em consonância com o Programa ‘Novo Mercado de Gás”, lançado recentemente pelo Governo Federal, o que demonstra o interesse de Sergipe em alavancar esta área da sua economia”, completa o secretário. sexpromo

Como resultado da série de medidas adotadas pelo governo de Sergipe, há uma perspectiva de possível redução no preço final do metro cúbico do gás natural em uma margem entre 14% e 20%. “Anunciamos a redução do preço do gás com relação ao ICMS. Com isso, teremos um gás mais barato a partir da redução dessa alíquota. Vamos preparar o ambiente em termos de legislação e infraestrutura para redução do preço do gás”, afirma o Governador Belivaldo Chagas.

Ainda no decorrer do anúncio das medidas, o governador também assinou o encaminhamento à Assembleia Legislativa de Sergipe do Projeto de Lei que cria a Região Industrial Portuária com os municípios de Barra dos Coqueiros, Santo Amaro das Brotas, Maruim e Laranjeiras. O objetivo é facilitar a implantação de indústrias com foco no gás. “É uma região que queremos transformar em um grande polo industrial, afinal, ela fica próxima ao porto, à Termelétrica e tem grande potencial para o desenvolvimento de um projeto assim”, informa o governador.

Linhas de Transmissão

Além do gás, outros investimentos na área energética estão chegando a Sergipe. Entre eles está a construção de uma das mais robustas linhas de transmissão do país, da empresa indiana Sterlite Power, que venceu licitação da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) para se instalar no estado nos próximos anos. A linha de transmissão que terá prazo de operação de 25 anos, iniciará na Barra dos Coqueiros, nas imediações da Usina Termelétrica Porto de Sergipe I, e irá até a cidade de Olindina na Bahia.

A obra terá prazo de construção de cinco anos e em 2021 já deve gerar emprego e renda para a população da região.  A empresa trará ainda mais benefícios para o estado, pois, quanto mais linhas de transmissão existir, menor a probabilidade de falta de energia nos municípios sergipanos. “Sergipe possui várias linhas de transmissão espalhadas pelo estado. Com a instalação desta nova linha, se houver algum defeito em uma delas, dificilmente o estado será afetado. Além disso, a chegada da linha de transmissão contribui diretamente para a instalação de uma segunda termelétrica na região do Porto”, declara José Augusto Carvalho.

Energia limpa

Mas os investimentos não param por aí. Em breve, o Estado terá o segundo maior parque de produção de energia solar do mundo. A usina será instalada no município de Canindé de São Francisco e o projeto já foi apresentado ao Governador do Estado, Belivaldo Chagas. O local será o maior produtor de energia fotovoltaica do ocidente, ficando atrás apenas do Tengger Desert Solar Park, localizado na China.

A iniciativa é da empresa Energias do São Francisco (Enesf), consórcio formado por empresas e investidores que acreditam no potencial energético do estado. A licença ambiental prévia da área onde a usina será instalada já foi entregue na solenidade de apresentação ao Governador. “O projeto já está em andamento e será mais um grande passo para transformar Sergipe num referencial do Nordeste e do Brasil em geração de energia. Os empresários encontraram em Canindé o ambiente ideal para implementação do projeto”, frisa José Augusto.

Ainda em relação a este projeto, já foram arrendados 2.400 hectares, área que vai abrigar as placas para os 1.200 megawatts de capacidade instalada. A expectativa é que a instalação completa do Parque de Energia Solar aconteça o mais breve possível, principalmente pelo fato de que o leilão do governo federal, necessário para concretização do parque, acontecerá no mês de outubro. “Este leilão é fundamental, porque é a maneira, no Brasil, que se comercializa, no ambiente regulado, a energia gerada por esses tipos de projetos”, ressalta o diretor de novos negócios da empresa, Felipe Koefender.

De acordo com o empresário Joaquim Ferreira, o projeto tem andado numa velocidade surpreendente e a aceitação do mercado no projeto tem sido muito boa. “Isso mostra a aderência do projeto. Inclusive fechamos recentemente com um grande grupo financeiro que também participará”, argumenta. Ele completa ainda que a expectativa é a geração de muitos empregos na fase de implantação. “O projeto está dividido em quatro etapas de 400MW, mas nosso objetivo é que a primeira etapa entre em funcionamento em dezembro de 2021 com 600MW”, finaliza Joaquim Ferreira.

Última atualização: 30 de outubro de 2021, 04:57