A recém-inaugurada fábrica de fertilizantes Unigel Agro Sergipe (antiga Fafen), localizada no município de Laranjeiras, contará com fornecimento de gás natural da empresa estadunidense New Fortress Energy (NFE) a partir de 2022. O grupo é responsável pelas operações da usina térmica das Centrais Elétricas de Sergipe (Celse), integrada com o terminal Porto de Sergipe, após assumir os ativos anteriormente geridos pela Golar Power.

O anúncio foi realizado na última quarta-feira (11), quando a companhia confirmou, ainda, acordo de suprimento junto à unidade baiana da Unigel Agro. Juntas, as duas plantas devem receber até 41 TBtu de gás natural anualmente, por um período de cinco anos. Atualmente, as tratativas estão em fase de aprovação regulatória.

De acordo com a direção da New Fortress em comunicado, os contratos celebrados “são ótimos exemplos da missão da NFE de estabelecer parcerias com os grandes clientes industriais do país para um fornecimento confiável de energia”. Já para o CEO da Unigel, Roberto Noronha, o “acordo de cinco anos com a NFE proporcionará uma operação mais confiável e estável para nossas fábricas no longo prazo, o que é fundamental para melhorar nossa competitividade e fortalecer nossa presença comercial no Brasil”.

Além do provimento de gás da NFE, as fábricas da Unigel também serão supridas pela Petrobras, recebendo um quantitativo superior a 2 milhões de m³/dia da empresa. O insumo será conduzido via gasodutos da TAG até a Sergas e a distribuidora baiana. Todos os trâmites vêm sendo acompanhados pelo Governo de Sergipe, que tem oferecido suporte aos diálogos desde o arrendamento, por parte da Unigel, das unidades da Fafen então hibernadas, em 2019.

Última atualização: 25 de agosto de 2021, 12:08

A diretora da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Symone Araújo, participou de um bate papo na última quinta-feira (05), com a Agência EpBr, especializada na área de Petróleo, Gás Natural e Energia, e falou sobre a regulamentação da Lei do Gás e seus efeitos, citando também o Estado de Sergipe. Destacando o momento de grande relevância para o mercado de gás no Brasil, a diretora reforçou a importância da velocidade em que as coisas acontecem, o que contribui para o avanço da transformação dessa área. 

De acordo com Symone, Sergipe destaca-se porque foi o primeiro a modelar sua regulação no pós-decreto e  regulamentação da nova Lei do Gás, e tem trabalhado na busca de abertura do mercado de gás local. Ela ainda salientou que esse mercado é bastante promissor.

“O mercado vive de sinais, e o principal sinal que o regulador gostaria de dar hoje é que há sim um ambiente propício ao investimento. Façam negócios no mercado de gás natural, acreditem na construção desse novo momento e contem com a ANP para isso, estamos comprometidos com a abertura do mercado de gás no Brasil”, enfatizou.

Ela ressaltou ainda que o número de agentes para comercializar gás cresceu consideravelmente no último ano. Nesse sentido, a ANP está trabalhando junto aos Estados buscando promover a harmonização da legislação dos estados com a legislação federal, pois os estados têm um papel fundamental para o sucesso do novo mercado de gás natural.

Última atualização: 25 de agosto de 2021, 12:08

A Petrobras realizou na manhã desta quinta-feira (05), um webcast para apresentação de projetos e balanço de atividades do segundo trimestre de 2021 a acionistas, autoridades e técnicos. Durante a sessão virtual, os executivos apresentaram um panorama da empresa ao longo dos últimos três meses e apontaram as perspectivas para os próximos investimentos.

“Seguiremos a trajetória de sustentabilidade financeira, geração de valor e desalavancagem”, disse o presidente da estatal, Joaquim Silva e Luna, adiantando que a empresa prevê alcançar, ainda neste ano, a meta de dívida bruta de 60 bilhões de dólares, antes prevista para 2022.

Entre os temas tratados, o Projeto Sergipe Águas Profundas foi citado. O diretor de Desenvolvimento e Produção, João Henrique Rittershaussen, informou que a empresa segue com a contratação da primeira unidade de FPSO do SEAP, que está sendo contratada no modelo BOT. Ainda segundo o diretor, o início da produção deve ocorrer, provavelmente, em 2026.  “Este é um passo importante para o desenvolvimento do SEAP”, disse.

Completando a informação, o diretor de Exploração e Produção, Fernando Borges, lembrou que a Petrobras reservou US$ 2 bilhões para o projeto Sergipe/Alagoas, e, segundo ele, a plataforma que dará suporte à produção será denominada P81.  

Histórico

A exploração das reservas de petróleo e gás em águas ultra profundas do litoral sergipano, com investimento estimado em US$ 2 bilhões, foi um dos projetos confirmados pela Petrobras na apresentação de seu Plano Estratégico 2021-2025, divulgado em dezembro de 2020. Já no mês de fevereiro, a empresa anunciou a contratação de uma Unidade Flutuante de Produção, Armazenamento e Transferência (FPSO) para operacionalização do projeto Sergipe Águas Profundas. 

“Temos acompanhado de perto todas as ações da Petrobras em Sergipe, principalmente no projeto Águas Profundas, uma vez que sabemos da sua importância para o desenvolvimento econômico do Estado”, pontuou o secretário do Desenvolvimento Econômico, José Augusto Carvalho.  

Última atualização: 25 de agosto de 2021, 12:08

Atualmente, a Ambev em Sergipe gera mais de nove mil empregos diretos, indiretos e induzidos, sendo responsável por 89% de abastecimento de outros estados da federação 

Com o intuito de estreitar os laços entre as instituições e conhecer todo o trabalho desenvolvido pela Cervejaria Ambev, representantes da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec) e da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Sergipe (Codise) visitaram as instalações da empresa na tarde da última terça-feira (27).

Ao longo dos seus 24 anos, a Ambev tem investido vigorosamente em Sergipe. Nos últimos cinco anos, por exemplo, foram recolhidos mais de R$380 milhões de reais de ICMS, gerando mais arrecadação para o estado. Atualmente, a Ambev em Sergipe gera mais de nove mil empregos diretos, indiretos e induzidos, sendo responsável por 89% de abastecimento de outros estados da federação.

Durante a visita, os representantes do Governo puderam conhecer as linhas de fabricação e envase de cervejas. O grupo possui ainda em Sergipe, uma refrigeranteira, um centro de distribuição, e dois revendedores.

O gerente de Relações Institucionais da Ambev, Lucas Baggi, afirma que mesmo em tempos de pandemia, a “Ambev não deixou de produzir e continua investindo no estado para gerar renda e emprego aos Sergipanos”.

O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia, José Augusto Carvalho, parabenizou as iniciativas da empresa no tocante a organização e novos projetos em Sergipe. “Em nome do Governo do Estado, quero parabenizar a Ambev por todo o trabalho que vem sido desenvolvido nessas mais de duas décadas aqui no município de Estância. Saímos muito animados com os novos planos que estão por vir”, ressaltou. 

Já o presidente da Codise, José Matos, lembrou que a Ambev é uma das beneficiadas pelo Programa Sergipano de Desenvolvimento Industrial (PSDI) e que, inclusive, está em processo de renovação do benefício. “Ficamos muito satisfeitos quando vemos uma empresa do porte da Ambev, que há tantos anos está em nosso Estado, gerando emprego e renda para a população e com auxílio do nosso PSDI”, finalizou.

Última atualização: 6 de agosto de 2021, 11:03

“Não vamos medir esforços para que a Mosaic continue gerando emprego e renda para a nossa população, movimentando a cadeia produtiva e contribuindo para que Sergipe se desenvolva ainda mais”, disse Belivaldo 

O governador de Sergipe, Belivaldo Chagas, recebeu no Palácio dos Despachos na manhã desta terça-feira (20), a CEO da Mosaic Fertilizantes, Corrine Ricard, e o vice-presidente de Operações da empresa, Elias Júnior, que detalharam os planos de investimentos no estado até 2023 e informaram a intenção de ampliação até 2026. Na reunião, o Governo do Estado reafirmou o ambiente favorável e apoio à empresa que produz e comercializa, mundialmente, fosfato e potássio combinados e atua desde 2018 em Sergipe, após ter assumido os ativos da usina Taquari Vassouras, em Rosário do Catete.

“A produção anual atual da empresa é de 360 mil toneladas de fertilizantes por ano, com expectativa de chegar a 500 mil, em um investimento previsto de R$ 247 milhões. Por isso, assim como fizemos com a Unigel, não vamos medir esforços para que a Mosaic continue gerando emprego e renda para a nossa população, movimentando a cadeia produtiva e contribuindo para que Sergipe se desenvolva ainda mais”, disse Belivaldo.

O governador afirmou o apoio do Governo, de acordo com todas as medidas legais, para que a Mosaic expanda sua produção. “Reafirmo meu compromisso com o desenvolvimento de Sergipe. Vamos colocar os técnicos do Governo à disposição para que se reúnam com os representantes da empresa e encontrem maneiras de facilitar a ampliação dos negócios, especialmente nas taxas de compra e restauração de máquinas e equipamentos utilizados na mineração e transporte”, pontuou.

Corrine Ricard destacou que o encontro foi excelente para dialogar sobre as oportunidades em Sergipe relacionadas à produção da empresa no estado. Já o vice-presidente de Operações da Mosaic, Elias Lima, aproveitou a ocasião para agradecer o apoio e a receptividade do Estado. “O apoio do governo é importante por conta dos incentivos fiscais e todos os esforços empreendidos nesse sentido. Nós estamos fazendo parte do plano de desenvolvimento de fertilizantes e é muito importante ver a mobilização do governo neste sentido. A Mosaic tem operações em Sergipe e está fazendo planos de desenvolver as instalações e conseguir fazer a expansão de nossas operações”, revelou.

A empresa também mostrou interesse em participar dos estudos para o projeto do Polo de Fertilizantes de Sergipe, desenvolvido a partir da parceria do Governo de Sergipe com a consultoria Mastersenso.

O superintendente Especial do Programa de Parcerias Público Privadas, Oliveira Júnior, explicou como o aumento da produção de fertilizantes impacta na economia sergipana. “Temos melhores perspectivas para o investimento da empresa na ampliação em Sergipe, e isso é extremamente importante, isso se coaduna muito com o projeto de transformar Sergipe em polo de fertilizantes e faz com que a nossa economia tenha sinais de uma participação nacional de produção agrícola”, disse.

Também participaram da reunião, o gerente-geral de Operações da Mosaic em Sergipe, Carlos Costa, e o diretor de Relações Governamentais e Sustentabilidade, Antônio Meirelles; os secretários estaduais José Augusto Carvalho (Sedetec) e Marco Antônio Queiroz (Sefaz); o superintendente de Comunicação, Givaldo Ricardo; e o diretor-técnico da Codise, Abner Melo.

Última atualização: 6 de agosto de 2021, 11:03

Objetivo foi observar o funcionamento das fábricas e convidar empresários para conhecer as vantagens de se instalar em Sergipe 

Com o objetivo de prospectar investimentos para o Estado, o presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Sergipe (Codise), José Matos, e o superintendente executivo da Secretaria do Desenvolvimento Econômico (Sedetec), Marcelo Menezes, acompanharam o deputado federal Laércio Oliveira, em visitas na segunda-feira (19) e terça-feira (20), ao maior polo ceramista do Brasil, na região de Rio Claro, Santa Gertrudes e Cordeirópolis, em São Paulo. 

O objetivo central das visitas foi a prospecção de investimentos para o setor em Sergipe, na perspectiva de fortalecer o mercado consumidor de gás natural, objetivando para dar uso à produção offshore no litoral do estado. Na segunda-feira os sergipanos fizeram uma visita ao Grupo Fragnani – Cerâmica INCEFRA, e também conheceram a matriz da Cerâmica Carmelo Fior (CECAFI), proprietária da Cerâmica Serra Azul, instalada no Distrito de Socorro. Na terça-feira (20), o grupo visita as Cerâmicas Almeida e Savane. 

Para o superintendente executivo da Sedetec, Marcelo Menezes, a visita representa “um trabalho importante para o desenvolvimento do estado, aproveitando os relacionamentos estabelecidos durante a articulação com os diversos agentes e setores empresariais para a aprovação da Lei do Gás”. José Matos, por sua vez, frisa que durante todas as visitas está sendo reforçado as vantagens de se instalar em Sergipe, e os benefícios que são oferecidos às empresas, a exemplo do Programa Sergipano de Desenvolvimento Industrial (PSDI). 

A série de visitas e reuniões teve intermédio da Associação Paulista de Cerâmica de Revestimento (ASPACER), que aproveitou o encontro para reconhecer o trabalho do Deputado sergipano na relatoria da Nova Lei do Gás. “Depois da aprovação da lei do gás, Sergipe virou a estrela do gás, por ter uma grande reserva do produto, que é bastante utilizado para produzir cerâmicas. Esse é mais um passo para o desenvolvimento do nosso estado”, afirma Laércio Oliveira.

Última atualização: 6 de agosto de 2021, 11:03

Com linhas de atuação em Meio Ambiente e Recursos Hídricos, o edital, coordenado pela Fapitec, busca contemplar pesquisadores com experiência profissional em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I)

O Governo de Sergipe, por meio da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado (Fapitec), lançou em cerimônia interna, realizada na manhã desta quarta-feira (07), na sede da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (Sedetec), um edital voltado à oferta de bolsas a pesquisadores, para execução de projetos em instituições públicas de pesquisa de Sergipe. A chamada é destinada a profissionais da área de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), com candidatura reservada a doutores e atuação vinculada ao Instituto Tecnológico e de Pesquisas do Estado de Sergipe (ITPS).

Com valor total de R$ 320 mil, o edital oferece suporte financeiro através de Bolsa Estadual de Desenvolvimento Tecnológico Regional (DTR). A chamada conta com recursos do Fundo Estadual para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funtec), sob gestão da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec). “O objetivo do chamamento é estimular a atração e a fixação de recursos humanos qualificados e com experiência técnica no Estado”, explica o secretário da Sedetec, José Augusto Carvalho.

Serão selecionadas propostas de solicitação de bolsas para profissionais de diferentes níveis de formação, inscritas em duas linhas de pesquisa. São elas: Meio Ambiente (Linha 1) e Recursos Hídricos (Linha 2). Os projetos também deverão ser enquadrados em diferentes modalidades de acesso e formas de apoio. “Este é mais um Edital em que o Governo do Estado, por meio da Fapitec e órgãos parceiros, se mobilizam para promover o desenvolvimento das Pesquisas Científicas em Sergipe. Queremos ampliar e fortalecer essas atividades nas instituições públicas estaduais de pesquisa, e sem dúvida, este edital será uma grande ferramenta para isto”, completa o diretor presidente da Fapitec, Ronaldo Guimarães.

ITPS

O ITPS é uma das instituições que encabeçam a articulação do edital, sediando a execução dos projetos selecionados. De acordo com a diretora técnica, Lúcia Calumby, uma das vertentes de estudo inclusas no escopo da chamada pública diz respeito ao desenvolvimento de pesquisas relacionadas à presença de agrotóxicos em água e alimentos. 

“Através da linha de pesquisa ligada ao meio ambiente, iremos promover um monitoramento dos principais agrotóxicos, presentes nos alimentos, e na água, utilizados no celeiro produtivo do estado de Sergipe. Com isso, teremos um diagnóstico que demonstrará se os alimentos consumidos, dentro do estado estão  com a concentração de agrotóxicos no limite máximo permitido pela legislação, podendo assim serem tomadas medidas mitigadoras, visando a proteção da saúde humana e do meio  ambiente. Ainda por meio das bolsas e da chegada dos novos doutores, o ITPS poderá ampliar as suas ações de avaliação da qualidade dos mananciais sergipanos e passará a analisar a presença de compostos orgânicos em água, que são prejudiciais à população”, afirma.

Candidatura

O edital oferece até duas cotas de bolsa DTR para os primeiros candidatos classificados por um período máximo de 24 meses. Para cada bolsa DTR contratada, será concedido um auxílio à pesquisa no valor de até R$ 20 mil para aquisição de equipamentos, materiais bibliográficos e de consumo, e recurso para participação em eventos. Será permitida, ainda, a solicitação de uma bolsa de Desenvolvimento Tecnológico Industrial (DTI-1) com valor mensal de R$ 1.100 pelo período de 24 meses. Também será disponibilizada uma bolsa DTI-1 para acompanhamento do programa diretamente na Fapitec. 

Para ser considerada elegível, a candidatura deve ser submetida por pesquisador doutor com currículo Lattes atualizado, entre outros requisitos. Cada proponente poderá apresentar apenas uma proposta. A bolsa deverá estar obrigatoriamente vinculada ao projeto, à instituição de execução e ao supervisor do bolsista.  A proposta deve ser submetida sob a forma de projeto de pesquisa, cuja estrutura encontra-se detalhada no edital, e apresentada via E-DOC. O edital pode ser acessado no site fapitec.se.gov.br/editais-abertos/.

Última atualização: 20 de julho de 2021, 15:38

As medidas de recuperação, junto com o apoio do Governo do Estado para a reativação, surtiram o efeito desejado, e agora a planta recomeça os trabalhos 

A Fábrica de Fertilizantes Heringer, instalada no município de Rosário do Catete, retomou na última terça-feira (06), a produção do insumo.  Nesta quarta (07), as primeiras entregas já estão sendo realizadas. A planta volta a funcionar após quase três anos parada, e já gera 40 empregos diretos e 250 indiretos.

De acordo com dados da empresa, após o fechamento da unidade sergipana, em 2018, a Heringer iniciou um plano de recuperação judicial, a fim de superar as dificuldades que surgiram, principalmente devido a desvalorização cambial, o aumento dos preços das matérias primas no mercado internacional e alta dos custos logísticos. 

As medidas de recuperação, junto com o apoio do Governo do Estado para a reativação, surtiram o efeito desejado, e agora a planta recomeça os trabalhos. “A Heringer tem um importante papel no cenário nacional de fertilizantes e a retomada da planta sergipana nos dá muita satisfação”, explica o secretário do Desenvolvimento Econômico, José Augusto Carvalho.

O presidente da Codise, José Matos, reforça que o Governo contribuiu diretamente para a retomada da planta, “com os benefícios fiscais concedidos à empresa por meio do Programa Sergipano de Desenvolvimento Industrial (PSDI) que será válido até dezembro de 2028”, completa.

Última atualização: 7 de julho de 2021, 18:01

Durante o encontro, além de apresentar, conhecer as equipes e estreitar os relacionamentos, vários assuntos foram abordados, inclusive sobre a produção da UTE Porto de Sergipe l, em atendimento à ordem de despacho do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)

Na manhã desta segunda-feira (5), o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e Tecnologia  de Sergipe, José Augusto Pereira de Carvalho, recebeu o novo presidente das Centrais Elétricas de Sergipe (Celse), Glauco Maximiano de Campos. Acompanhado do superintendente executivo da Sedetec, Marcelo Menezes, e dos presidentes da Codise, José Matos, e do SergipeTec, Eduardo Prado Melo, o gestor pode dialogar com o novo diretor da empresa sobre os projetos e as perspectivas da Celse para o futuro. A reunião contou ainda com a presença da gerente regulatória da empresa, Cristiane Araújo.

Durante o encontro, além de apresentar, conhecer as equipes e estreitar os relacionamentos, vários assuntos foram abordados, inclusive sobre a produção da UTE Porto de Sergipe l, em atendimento à ordem de despacho do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Novos planos também foram discutidos, como a interiorização do Gás Natural Liquefeito (GNL), a conexão do terminal de GNL da Celse à malha de transporte, além de projetos de térmicas para os novos leilões.

De acordo com Marcelo Menezes, foi uma reunião produtiva e visionária para todos. “Colocamo-nos à disposição para novos contatos e para mantermos a parceria que o Estado e a Celse sempre tiveram no desenvolvimento da Termoelétrica Porto de Sergipe I, visando a implantação dos demais projetos em fase de estudo”, explicou.

Última atualização: 20 de julho de 2021, 15:38

Visando aprimorar a gestão de suas práticas e processos, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec) promoveu uma reunião para apresentar os resultados setoriais do Planejamento Estratégico do Governo de Sergipe, no biênio 2019-2020. As informações dizem respeito ao sistema Sedetec, que compreende a pasta, outras cinco entidades vinculadas e o Sergipe Parque Tecnológico (SergipeTec). Além do diagnóstico dos dois anos, foram pactuadas metas para o biênio 2021-2022.

Além da Sedetec, o Planejamento Estratégico envolve a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Sergipe (Codise), a Junta Comercial do Estado de Sergipe (Jucese), o Instituto Tecnológico e de Pesquisas do Estado de Sergipe (ITPS), a Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec) e a Sergipe Gás S/A (Sergás) e o SergipeTec. A reunião contou com representantes de todos os órgãos, que avaliaram dados e alinharam objetivos.

O ponto principal do Plano Estratégico, que abrange tanto o biênio 2019-2020 quanto 2021-2022, é a retomada do desenvolvimento econômico em Sergipe. Segundo o secretário da Sedetec, José Augusto Carvalho, a discussão do Planejamento Estratégico é fundamental para o funcionamento harmônico entre as entidades que integram a administração estadual.

“Debatendo as métricas e propostas setoriais, colaboramos para que o conjunto das organizações que formam o Governo de Sergipe se mantenha coeso e equilibrado. Por isso, observamos as ações de cada período para estabelecer correlações com as metas futuras, buscando alcançá-las com o máximo de eficácia”, explica.

Avaliação
De acordo com o assessor de Planejamento da Sedetec, Maurício Nascimento, “analisar criticamente os resultados alcançados foi de fundamental importância para a reavaliação das estratégias aplicadas até então, bem como reorientar as equipes e redobrar esforços na perseguição dos objetivos e das metas estabelecidas”, afirma.

Para a Competência de 2019, a captação das informações foi realizada entre janeiro e 18 fevereiro de 2020 por meio de oficinas específicas em cada órgão. Nessas oficinas, foram obtidos dados a respeito de cada indicador que compõem a parcela do plano atribuída ao órgão em questão. Para a competência de 2020, a coleta das informações foi realizada entre dezembro de 2020 e fevereiro de 2021.

Última atualização: 30 de junho de 2021, 10:24